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Anjos e Demônios: Informações Oficiais da Produção

Publicado 13 Mai 2009 por Mario Pertile

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Poster Anjos e DemoniosNo próximo dia 15/05 estréia o novo filme de Ron Howard, Anjos e Demônios, baseado na obra de Dan Brown. Tom Hanks assume novamente o papel do personagem principal, Robert Langdon, que agora parte em busca de respostas em uma centenária desavença entre a igreja católica e os Illuminati, envolvendo o roubo da anti matéria produzida pelos testes do LCH (O Grande Colisor de Hádrons do CERN, aquela experiência gigantesca em que diversos cientistas trabalharam durante anos e que teve seu start há poucos meses, causando muito receio relativo a geração de um buraco negro que engolisse o mundo inteiro).

Os Illuminati roubam a cápsula que contém a “partícula de Deus”, extremamente explosiva, ameaçando destruir todo o vaticano.

O filme é melhor editado que o primeiro da série, se desfazendo dos inúmeros e cansativos flashbacks presentes em O Código Da Vinci, mostrando um roteiro mais linear e crível, apesar de o tema ser uma incógnita até hoje.

Enquanto não postamos a crítica do filme, compilo a seguir as informações oficiais liberadas pela Sony Pictures à imprensa.

Entendendo a Obra de Dan Brown

Anjos e Demônios (Angels & Demons) começa com a morte do Papa e o antigo ritual do Conclave, um processo no qual o Colégio de Cardeais elege um novo Santo Papa. Entre os cardeais estão os preferiti, os cardeais com mais chances de serem eleitos Papa. O processo é famoso por ser totalmente sigiloso, com os cardeais isolados até sua importante tarefa estar completa. A única comunicação com o mundo exterior se faz na forma de uma fumaça que sai da chaminé da Capela Sistina. A fumaça negra indica que uma maioria de dois terços dos votos não foi alcançada, e a fumaça branca (e, recentemente, o toque de sinos) indica que a maioria de dois terços dos votos foi alcançada e um novo Papa foi eleito.

O Camerlengo possui deveres bem específicos dentro do Vaticano. É ele quem certifica a morte do Papa e destrói o anel Papal com o selo oficial, também conhecido como o Anel do Pescador. Até a eleição do novo Papa, o Camerlengo se torna o chefe de estado da Cidade do Vaticano.

A Guarda Suíça tem protegido o Papa e o Colégio dos Cardeais dentro das paredes do Vaticano desde 22 de janeiro de 1506. Eles são famosos por encararem suas posições não como um trabalho, mas sim como um chamado. Para ser recrutado para a Guarda Suíça é necessário ser um homem solteiro, católico, com idade entre 18 e 30 anos, ter pelo menos 1m80 de altura, nível superior e ter passado pelo treinamento básico do exército suíço, além de ser um cidadão suíço.

Os deveres gerais da polícia da Cidade do Vaticano são desempenhados pela Gendarmaria. Eles cuidam da ordem pública, controle de tráfego e investigações de sequestro e assassinato, entre outras tarefas.

Em Anjos e Demônios (Angels & Demons), esses grupos e oficiais do Vaticano são forçados a entrarem todos em ação quando os Illuminati sequestram os preferiti e ameaçam matar um a cada hora, culminando na explosão de uma bomba no Vaticano. A história ‘oficial’ por trás dos Illuminati da vida real é que essa sociedade secreta foi fundada na Baviera, atual Alemanha, em 1776, com algo como 2.000 ‘livres pensadores’ alcançando os mais altos níveis nas artes, ciências e política ao se tornarem membros antes que o grupo fosse oficialmente banido no final dos anos de 1700.

No entanto, alguns acreditam que as raízes dessa sociedade secreta são ainda mais antigas – que os Illuminati existiam desde 1500, nascidos da preocupação com os conflitos entre a Igreja e os renomados cientistas da época. Na história de Anjos e Demônios (Angels & Demons), esses Illuminati ou ‘Aqueles que são Iluminados’ foram levados ao submundo e tendo desaparecido há mais de 100 anos atrás, tempo no qual o grupo se tornou completamente contrário ao Vaticano, escolhendo ‘venerar’ os quatro elementos da natureza – terra, ar, fogo e água. É isso que serve como palco para essa excitante história que se desenrola no filme.

Existem alguns na vida real que afirmam que os Illuminati ainda existem – e muitos artigos, vídeos e histórias sobre eles inundam a internet nos dias de hoje. Entre as teorias postadas na web estão histórias que sugerem que os Illuminati controlam os eventos do mundo, estão em gabinetes de alto posto e poder, e estão criando uma Nova Ordem Mundial para substituir governos individuais por um governo mundial autônomo comandado pelos ‘iluminados’.

Notas da Produção:

Depois de entrar em uma aventura que o colocou contra a Igreja Católica e contra dois mil anos de história religiosa sagrada, Robert Langdon está de volta em Anjos e Demônios (Angels & Demons) – e dessa vez se vê no coração do Vaticano, lutando para salvar a Igreja de um de seus mais antigos inimigos: os Illuminati.

“Langdon entra em Anjos e Demônios (Angels & Demons) com um relacionamento bastante frio com relação ao Vaticano devido aos acontecimentos narrados em O Código Da Vinci (The Da Vinci Code)”, conta Tom Hanks, que reprisa seu papel como o formidável Professor Langdon. “Ele tem um incrível conhecimento sobre os rituais da Igreja e sua história, mas não é exatamente uma pessoa bem-vinda. Essencialmente, existe uma disputa pelo poder no Vaticano por trás da sabotagem da eleição papal e, apesar de sua história com a Igreja, Langdon é chamado para tentar evitar que isso aconteça”.

“O Vaticano está sob ataque em seu momento mais vulnerável”, diz o diretor Ron Howard, que volta ao mundo de Dan Brown depois de ter dirigido o fenômeno mundial O Código Da Vinci (The Da Vinci Code), o qual em 2006 arrecadou mais de 750 milhões de dólares pelo mundo. “O Vaticano está passando por um Conclave, um processo onde os cardeais elegem um novo Papa. Quando eles se vêem sob ameaça de morte e de uma bomba relógio, eles chamam Robert Langdon, o único que tem o conhecimento e a habilidade para encarar esse mistério, entender os símbolos e tentar evitar o desastre. Ele não é o homem que o Vaticano confia – ele é o homem que o Vaticano precisa”.

Em Anjos e Demônios (Angels & Demons), Langdon tenta impedir os Illuminati – uma organização secreta com séculos de existência – e seus planos de devastar o Vaticano por vingança. Para Howard, essa ideia criou um vilão perfeito e um antagonista à altura de Robert Langdon. “Quando eu li Anjos e Demônios (Angels & Demons), eu fiquei realmente instigado pela ideia dos Illuminati”, diz Howard. “Essa sociedade secreta que dizem incluir pessoas como Galileo e Bernini. O que aconteceu com eles? Eles foram realmente subjugados? Eles realmente nos deixaram? Existem aqueles que acreditam que os Illuminati sobreviveram como uma organização e hoje estão entre nós em segredo, influenciando nossas vidas diárias, decisões governamentais, políticas e estratégias corporativas”.

“Em nossa história, os Illuminati retornam para um ato de vingança por algo que já dura há quatrocentos anos”, diz o produtor Brian Grazer. “Os Illuminati sequestraram quarto cardeais – os favoritos para se tornarem o novo Papa – e ameaçam destruir a cidade e o Vaticano. As autoridades do Vaticano chamam Robert Langdon – um antigo adversário, na visão deles – para ajudá-los nesse momento de crise. Somente Langdon pode decifrar os misteriosos códigos dos Illuminati, ligados aos antigos símbolos da terra, ar, fogo e água”.

“O que é muito bom com relação a uma aventura de Robert Langdon é que ela estimula demais a curiosidade e a pesquisa”, continua Howard. “Depois que você lê o livro ou vê o filme, vai para a biblioteca ou para a internet – você quer entender Bernini, Galileo e seus relacionamentos com o Vaticano, com a arte do mundo, a ciência e o mistério dos Illuminati. Você acreditando ou não, é uma coisa muito interessante, e a imaginação fértil de Dan Brown leva a uma narrativa fascinante cheia de pistas e grande mistério”.

O produtor John Calley acrescenta, “Eu tive a sorte de descobrir os livros de Dan Brown um pouco antes que o resto da América colocasse as mãos em O Código Da Vinci (The Da Vinci Code) e esse livro virasse um fenômeno. Acho que o que ele criou em O Código Da Vinci (The Da Vinci Code) e Anjos e Demônios (Angels & Demons) foi uma franquia para nosso tempo. Ambos os livros são thrillers de ritmo rápido com um herói dinâmico e ingênuo no centro. Não é a toa que Dan Brown atingiu esse sucesso astronômico e estamos esperando o próximo thriller de Robert Langdon com grande ansiedade”.

Para Howard, essas foram exatamente as razões que fizeram seu retorno para dirigir Anjos e Demônios (Angels & Demons) uma escolha tão fácil. “Existe uma coisa única sobre o que Dan criou nesse personagem, Robert Langdon”, ele diz. “É incrivelmente original, provocante e, em termos cinematográficos, irresistível”.

Anjos e Demônios (Angels & Demons) marca a primeira vez que Howard volta a trabalhar num projeto pela segunda vez. “Eu nunca quis fazer isso porque sempre tive interesse em tentar criar uma coisa nova”, conta Howard. “E Anjos e Demônios (Angels & Demons) faz isso – apesar de Robert Langdon estar novamente no centro da história, o filme é muito diferente de O Código Da Vinci (The Da Vinci Code) e me permite exercitar um novo grupo de ‘músculos’ cinematográficos. Anjos e Demônios (Angels & Demons) pede um ritmo diferente, outro tempo, um tipo diferente de viagem. Ele é, literalmente, uma bomba relógio em contagem regressiva sendo mostrado em um mistério completamente diferente. Essas duas necessidades me levaram, como diretor, a fazer esse filme de maneira completamente diferente de O Código Da Vinci (The Da Vinci Code).”

É claro que Howard tinha outro motivo para voltar para Anjos e Demônios (Angels & Demons) – a chance de trabalhar pela quarta vez com Tom Hanks. “Adoro trabalhar com o Tom, eu realmente gosto do que ele está fazendo com Robert Langdon”, diz Howard. “O entrosamento entre o ator e o personagem se torna mais profundo e forte em cada atuação. A inteligência de Tom, sua curiosidade e senso de humor se misturam tão bem com os de Robert Langdon que ele criou um personagem mais profundo, rico e interessante de se ver”.

Hanks fala que o intelecto impressionante e a capacidade de desvendar mistérios de Langdon são prazerosos e estimulantes de se interpretar e que isso é uma grande parcela do encanto do projeto. “É um desafio interpretar alguém que é um perito nesse campo tão obscuro. Ele faz conexões que ninguém mais é capaz de ver; um símbolo pode representar diferentes pontos de vista que fazem sentido somente para ele. Quando trabalhamos em Roma, perto de lugares tão antigos, eu estava fascinado em aprender a história do lugar, que pensamento original estava por trás da construção, o que estava acontecendo em Roma naquela época? Quem pagou por aquilo? Quando e por que algumas coisas foram acrescentadas lá? Robert Langdon vê a história em camadas. Ele pega a informação, pega opiniões de conflitos e as combina com diferentes interpretações, tentando entender por que os humanos inventaram esses símbolos para começo de conversa”.

Hanks ainda explica dizendo que Robert Langdon passeia pela grande fantasia de desvendar grandes mistérios. “Se você é esperto o bastante para ver as pistas, esperto o suficiente para segui-las, e sábio o bastante para juntar todas as pistas escondidas, você pode simplesmente frustrar uma conspiração. E você só tem um tempo limitado para isso. Quem não ama isso?”

Hanks também ficou imensamente feliz em voltar a trabalhar com o diretor Ron Howard. Anjos e Demônios (Angels & Demons) marca a quarta vez que trabalham juntos, sendo seu último trabalho O Código Da Vinci (The Da Vinci Code). “Nada assusta Ron”, fala Hanks. “Nem mesmo filmar na frente do Panteão em Roma com centenas de turistas. Ele encontrou alguns becos para as cenas da tarde quando estava quente e as multidões eram enormes, mas ele estava tão focado que quase nem percebia que estavam lá. Sempre que ele enfrenta uma filmagem desafiadora, ele simplesmente encontra um jeito de fazê-la e transpira confiança. Ron produziu uma impressionante bagagem profissional e continua a fazer filmes altamente complicados e densos – e ele faz isso parecer fácil. Ele é mais destemido agora como um cineasta, assumindo grandes riscos, do que quando ele tinha menos em jogo. Sua vontade, seu desejo de ampliar sua forma de fazer filmes exige de todos nós”.

SOBRE O CERN

A história de Anjos e Demônios (Angels & Demons) tem início no CERN, o centro de estudos sobre física de partículas na Genebra. “O que acontece no CERN é uma exploração das mais arriscadas”, diz o diretor. “O que eu achei incrível foi que Dan Brown escreveu seu livro, tendo o CERN como cenário, há uns dez anos atrás – e agora, uma década depois, o CERN está nas manchetes e todos estão comentando sobre as experiências que eles fazem aqui. Isso mostra como ele estava bem à frente do seu tempo”.

CERN é um dos maiores e mais respeitados centros de pesquisa científica do mundo. Seu objetivo principal é a física, encontrar do que o universo é feito e como ele funciona. No CERN, os maiores e mais complexos instrumentos científicos são usados para estudar os componentes básicos da matéria – as partículas fundamentais. Ao estudar o que acontece quando essas partículas de chocam, os físicos aprendem sobre as leis da natureza.

Os instrumentos usados no CERN são detectores e aceleradores de partículas. Os aceleradores empurram feixes de partículas para grandes energias antes de fazer com que colidam uns com os outros ou com alvos estáticos. Os detectores observam e gravam o resultado dessas colisões.

Fundado em 1954, o laboratório CERN está na fronteira Franco-Suíça perto de Genebra. Foi uma das primeiras joint ventures da Europa e hoje tem 20 países membros.

O Grande Colisor de Hádrons do CERN (Large Hadron Collider - LHC) é um instrumento científico de proporções gigantescas perto de Genebra, que passa pela fronteira da França e Suíça. Ele é um acelerador de partículas usado pelos físicos para estudar as menores partículas conhecidas – os blocos fundamentais que constroem todas as coisas.
Dois feixes de partículas subatômicas chamadas ‘hádrons’ – sejam protons ou neutrons – viajarão em direções opostas dentro do acelerador circular, ganhando energia a cada volta. Físicos usarão o LHC para recriar as condições do momento seguinte ao Big Bang, colidindo de frente dois feixes a uma enorme energia. Equipes de físicos de todo o mundo irão analisar as partículas criadas nessas colisões usando detectores especiais em um número de experimentos dedicados ao LHC.

Filmagens em Roma

A produção começou em Roma, onde, por um mês, Anjos e Demônios (Angels & Demons) foi filmado em locações famosas tais como Piazza del Popolo, Piazza Navona, Castel St. Angelo, do lado de fora da bela e barroca igreja de Santa Susanna e nas ruas da cidade de Roma. Em todos os lugares que a equipe filmou, eles eram encorajados por centenas de entusiasmados e curiosos turistas e moradores.

Dos trabalhos de Raphael, Michelangelo e Bernini até os obeliscos perfurando os céus nas muitas piazzas, até estátuas apontando o caminho através de segredos ocultos, as pistas do livro de Dan Brown estavam por toda a parte. Elas eram impossíveis de serem ignoradas – assim como a multidão de turistas, que, é claro, haviam viajado para Roma para desfrutar da renomada arte e dos pontos turísticos da cidade, mas que logo colocaram a produção do filme Anjos e Demônios (Angels & Demons) em sua lista de passeios de férias. Assim como O Código Da Vinci (The Da Vinci Code) criou uma indústria de passeios turísticos relacionados ao livro na França, Anjos e Demônios (Angels & Demons) fez a mesma coisa com Roma, com uma multidão de turistas fazendo passeios guiados através do Caminho da Iluminação. Uma ‘simples’ filmagem com Hanks e Zurer andando pela Piazza Della Rotonda em frente ao Panteão atraiu centenas de espectadores que por várias vezes deram as costas ao antigo templo romano, ficando ombro a ombro com seu pórtico apenas para assistir ou fotografar a filmagem. A atmosfera era sempre festiva e corrida, e, em certo momento, uma festa de casamento apareceu na praça na hora em que a equipe estava preparando tudo para outra filmagem. A noiva e o noivo haviam marcado seu casamento perto da locação do Panteão onde Anjos e Demônios (Angels & Demons) estava para ser rodado. Cavalheirescamente, Hanks ajudou a noiva e seu pai a andarem para o Panteão, através de equipamentos, luzes e câmeras.

Acontece que, esse ambiente frenético e abarrotado serviu perfeitamente ao diretor de fotografia Salvatore Totino. “Todos os turistas em Roma nos deram certo pandemônio divertido que funcionou bem com a nossa abordagem. Ron e eu conversamos sobre dar ao filme um ar de urgência – tem uma bomba que explodirá no Vaticano se eles não conseguirem impedir, com isso o objetivo era passar esse prazo cinematográfico de alto risco capturando as conseqüências históricas e humanas disso. Nós queríamos manter a câmera em movimento, então usamos lentes maiores, com ênfase na Steadicam, um trabalho de deslocamento e com Dolly”, diz Totino.

Um dos maiores desafios de Totino e do eletricista Rafael E. Sanchez em Roma aconteceu no Castelo Sant’Angelo. Construído pelo Imperador Adriano no ano de 128 AC como um mausoléu, o Castelo Sant’Angelo já foi uma prisão, fortaleza e residência papal. A ponte que leva até o Castelo é ornada por estátuas de anjos, como é bem típico de Roma, mas para as filmagens noturnas de Anjos e Demônios (Angels & Demons), cada uma recebeu sua própria e especial iluminação. Sanchez e sua equipe trataram o castelo para que tivesse uma iluminação espetacular e bem própria.

Totino conta que a sugestão de Sanchez de iluminar o Castelo com luminárias embutidas ajudou e muito a produção, que tinha muito que fazer em apenas duas noites.

“O Castelo Sant’Angelo nos deu muito trabalho e meio que foi montado aos pedaços por causa das limitações extremas em termos do que nos era permitido ou não fazer e também por causa do tempo limitado que tínhamos. Quando fizemos o primeiro reconhecimento, Rafi sugeriu uma iluminação arquitetônica, a qual tinha uma abordagem muito boa e nos ajudaria. Em outras palavras, nós tornamos a iluminação dele um pouco mais consistente, ao invés de iluminar peça a peça. Ao fazer isso, essa iluminação nos ajudou a ficarmos mais contidos. A noites eram curtas e nós tínhamos uma noite na ponte e na entrada do castelo e uma noite no seu interior. Nós precisávamos entrar e sair muito rápido, então aquele tipo de iluminação nos ajudou bastante”, conta Totino.

As filmagens noturnas no exterior do Castelo Sant’Angelo incluíram helicópteros zunindo com holofotes e toda uma frota policial com uma variedade de viaturas com suas luzes piscando e sirenes em alto volume. Enquanto isso pode ter sido bastante divertido para as inevitáveis multidões de turistas, o Vaticano, que é vizinho do Castelo e, de fato, é interligado a ele por uma passagem, pode não ter gostado muito de toda essa confusão.

Mini-Biografia de Dan Brown (autor do livro e produtor executivo do filme)

DAN BROWN é o autor de vários livros campeões de vendas, incluindo o nº 1 da lista dos mais vendidos do New York Times, The Da Vinci Code (O Código Da Vinci) – um dos livros mais vendidos de todos os tempos. No início de 2004, todos os quatro livros de Dan Brown tiveram lugar na lista dos mais vendidos do New York Times durante a mesma semana.

Brown fez participações na CNN, The Today Show, National Public Radio, Voice of America, assim como nas páginas da Newsweek, Forbes, People, GQ, The New Yorker, entre outras. Seus livros foram traduzidos e publicados em mais de 48 línguas pelo mundo.

Brown é formado pelo Amherst College e pela Phillips Exeter Academy, onde ele passou algum tempo como professor de inglês antes de voltar seus esforços a escrita. Em 1996, seu interesse em quebra de códigos e agências secretas do governo o levaram a escrever seu primeiro livro, Digital Fortress (Fortaleza Digital), o qual rapidamente se tornou o nº 1 na lista dos eBooks mais vendidos na América. Tendo uma agência secreta da Segurança Nacional como cenário, o livro fala sobre a fina linha entre a privacidade civil e a segurança nacional. Em seguida Brown escreveu o thriller técnico, Deception Point (Ponto de Impacto), que tem como assunto central problemas similares de moralidade na política, segurança nacional e tecnologia confidencial.

Filho de um professor de matemática ganhador do Presidential Award e de uma profissional da música sacra, Brown cresceu cercado por filosofias paradoxais de ciência e religião. Essas perspectivas complementares serviram como fonte de inspiração para seu livro campeão de vendas Angels & Demons (Anjos e Demônios) – um thriller sobre a ciência contra a religião passado em um laboratório de física suíço e a Cidade do Vaticano. Recentemente ele começou a trabalhar em uma série de thrillers de simbologia com seu popular protagonista Robert Langdon, um professor de Harvard de iconografia e arte religiosa. Suas próximas aventuras incluirão livros passados em Paris, Londres e Washington D.C.

A esposa de Brown, Blythe – uma aficionada pela história da arte e pintora – ajuda com suas pesquisas e o acompanha em suas frequentes viagens de pesquisa, sua última tendo sido para Paris, onde eles passaram bastante tempo no Museu do Louvre para seu thriller The Da Vinci Code (O Código Da Vinci).

Fonte das Informações: Sony Pictures
Compilação: Mário Pertile

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1 comentário

Comentários dos leitores

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  • Perfil de Wladna Queiroz

    Wladna Queiroz

    21 Mai 2012 - 22:02 - #1
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    Não só um bom artigo como otimo.Com ele eu pude entender melhor a respeito do filme seus detalhes e informações exibidas.Com o meu grande objetivo de finalizar o meu trabalho escolar.