
Há poucos dias um fato abalou os membros da Academia que votam no Oscar. Nicolas Chartier, produtor de “Guerra ao Terror“, mandou alguns e-mails para votantes da premiação. Na mensagem eletrônica ele pede votos para o seu filme.
O produtor chegou a escrever que a vitória de “Guerra ao Terror” é mais importante do que a de uma “produção de 500 milhões de dólares”, em uma clara alusão à “Avatar“.
Mas por uma simples regra da Academia, a vida de Chartier ficou um pouco mais complicada. É proibido promover um filme tentando denegrir outros longas em competição. Por isso, era questão de tempo para que o produtor fosse castigado de alguma forma.
Pois aí está. Depois de uma sessão especial ontem, o comitê da Academia retirou o convite de Chartier para a cerimônia e por isso, caso o longa de Kathryn Bigelow vença, o produtor não receberá uma estatueta.
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