
O novo documentário do polemico diretor Michael Moore, Capitalism: A Love Story (titulo provisório “Capitalismo: Uma História de Amor”), que deve chegar aos cinemas em Outubro, vai dar o que falar.
Depois do documentário Fahrenheit 9/11, onde atacou ferozmente o ex-presidente George W. Bush, e de Sicko, onde fez uma crítica ao sistema de saúde norte-americano, o cineasta se aproveita da crise na atual situação econômica global.
Moore, que irá abordar o impacto desastroso gerado pelo domínio das grandes empresas e pela busca desregrada do lucro sobre a vida dos cidadãos norte-americanos, diz que seu filme é sobre “namoro”, pois tem desejo, paixão e ainda mais 14 mil desempregados, a mais, todos os dias.
Michael Moore não tem papas na língua, como mostrou nos documentários anteriores, e faz muito bem o que faz. Nos resta esperar para ver o que o diretor tem guardado na manga.
Fonte: IOL Cinema
A saída de George W. Bush da presidência dos Estados Unidos não tirou Michael Moore do mercado de documentários, porém, o diretor de Tiros em Columbine, Fahrenheit 11 de Setembro e Sicko irá focar agora a crise econômica.
Ainda sem título e inacabado, Moore pretende lançar o documentário nos Estados Unidos no dia 2 de outubro.
O anúncio, feito pela Overture Films e pela Paramount Vantage, incluiu uma declaração de Moore em que ele diz que seu objetivo é descobrir por que os ricos decidiram que não eram ricos o suficiente e passaram a tirar o dinheiro do povo estadunidense de modo sistemático.
Moore já havia trabalhado em cima da economia do país, quando em 1989 o documentarista produziu Roger and Me, sobre os efeitos do declínio da General Motors sobre sua cidade natal, Flint, Michigan.
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